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BC registra mais de 72 bilhões de transações na primeira metade de 2025


O Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (10/11), os dados sobre pagamentos de varejo e de cartões no primeiro semestre de 2025. De acordo com a pesquisa, o número de transações e o volume de recursos movimentados cresceram na primeira metade do ano. Nesse período, foram registradas 72 bilhões de transações e um montante total de R$ 59,7 bilhões, o que representa um avanço de 15,2% na quantidade de transações e de 14,5% no volume transacionado em relação aos seis primeiros meses de 2024.

De acordo com a autoridade monetária, grande parte desse avanço expressivo na quantidade de transações se deve ao aumento do uso do Pix pelos brasileiros, que cresceu 27,6% ante o mesmo período de 2024 e foi responsável por 50,9% das transações efetuadas ao longo do semestre. O uso do cartão de crédito (+9,7%) e do pré-pago (+8,9%) também subiu no mesmo período, ao passo em que o cartão de débito se manteve estável, com leve queda de 0,1%. 

Em relação ao volume transacional, as transferências interbancárias realizadas por meio de TED representaram 37,1% desse valor total, enquanto que o Pix respondeu por 26,5%. Entre os cartões, o que apresentou o maior crescimento no período foi o crédito, com avanço de 14,2%. Essa também é a modalidade com a maior participação no volume financeiro transacionado considerando somente os cartões (69,3%).

No segundo semestre, o pagamento por aproximação, que é o mais utilizado entre os pagamentos por cartões, alcançou 37,5% da quantidade total de transações por crédito, 47,2% no débito e 63,2% no pré-pago. Já as transações pela internet chegaram a 21,9% entre as movimentações por cartão de crédito e 9,8% das de débito e 7% por meio do pré-pago.

Quanto ao perfil de parcelamento de transações no cartão de crédito, houve estabilidade no primeiro semestre. As transações à vista continuam representando a maior parte das movimentações, com 87,5% do total. Em seguida, vem as transações de 2 ou 3 parcelas (8,1%), as transações de 4 a 6 parcelas (2,9%) e as de 7 ou mais parcelas (1,5%).

Fonte: correiobraziliense